…a dois!

quem te atura vai para o céu!

Parque Kings Canyon

July 19th, 2009 by paula

A nossa viagem de campismo ao Parque Nacional das Sequoias deixou-nos com vontade de revisitar o lugar, já quando la fomos estava tao frio que nao pudemos disfrutar em plena da beleza do parque. 

Marcamos então uma nova vigemn com alguns amigos (2 deles portugueses), deta vez ao Kigs Canyon, que é anexado ao Parque das Sequoias. Saidos por volta das 5 horas de San Jose, fizemos uma rápida paragem para jantar, e chegamos la por voltas 11-11:30 da noite. Uma coisa já se destacava do nosso acampamento anterior: a temperatura à noite estava muito mais agradavel :)

Assim que lá chegamos começamos a montar as tendas e a preparar os sacos cama para dormir. Antes de irmos dormir ainda fizemos uma pequena fogueira e reunimo-nos na galhofa à volta dela.

A manhã seguinte começou cedo, não porque esse era o plano, mas porque antes das 8 da manhã já estava tanto calor que nao não se aguentava estar nas tendas.

Preparamo-nos, tomamos o pequeno-almoço, distribuimos os vegetais e pão para o almoço pelos sacos, e pusemo-nos à estrada em direcção ao local onde começava o nosso trilho. O plano era caminhar o trilho Paradise Valley (ou vale do paraíso) com uma distância de 6.5 milhas equivalente a 10.4 Km para cada lado. No total caminhamos cerca de 13 milhas ou 20.8 Km nesse trilho!!! O trajecto demorou cerca de 8h e 30 min a ser completado, com várias paragens nos pontos principais.

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A primeira paragem foi feita nas Mist Falls, onde a corrente da queda de água era tão forte que molhava tudo à volta.

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A segunda paragem foi quase no topo da queda de água, local também escolhido para almoçar já os estomagos se começavam a queixar. Aqui preparamos as nossas habituais sandes com tudo :) desde queijo, fiambre, tomate, pepino, alface e avocado. Super nutricionais e deliciosas, principalmente quando se etá esfomeado!!

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A terceira paragem foi num local onde a água já estava nivelada e 2 dos moços do grupo, nomeadamente o Jason e o tuga Mário, decidiram dar um mergulho na GELADA água!

Com as ideias refrescadas continuamos o nosso caminho até ao destino final: o vale do paraíso.

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O lugar era lindíssimo e as 6.5 milhas valeram bem a pena. A cor da água era magnifica e todos os moços não resistiram a um banho, por muito gelada que a água estava.

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Acabados os mergulhos estava na altura de voltar para o acampamento.

A caminhada de regresso foi facilitada pelo facto de ser sempre a descer.

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Já no acampamento, enquanto uns se encarregavam de ir ao mercado comprar bebidas e goluseimas para a noite, outros recolhiam madeira para fazer a fogueira. Desde a primeira viagem de campismo que fizemos que a qualidade da comida tem melhorado e desta vez tivemos direito a um manjar! O Jason lembrou-se de comprar bifes de muito boa qualidade e assim o jantar consistiu de 4.5 Kg de bifes grelhados na brasa e esparguete com molho de tomate! É claro que com tanto bife nao sobrou lugar para a esparguete! :) E no final estavamos tao cheios que nem nos conseguiamos mexer! Regressamos sempre destes passeio com mais umas graminhas extra no corpo, já que fome é coisa que não passamos :)

Na manhã seguinte despertamos cedo, novamente com o calor a invadir a tenda. Tomamos um relaxado pequeno-almoço e depois desmontamos o acampamento. O resto da manhã e tarde foram passados a visitar as atracções principais do Parque e pelo caminho finalmente avistamos um urso que "pastava" numa pradaria verde. Ao final da tarde deixamos os domínios do parque e iniciamos o regresso a casa :)

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Grelhados

July 13th, 2009 by vitor

Está calor, é altura de fazer grelhados. O jantar de ontém:

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A vontade de cozinhar era pouca por isso as costeletas foram grelhadas rapido no tacho, acompanhadas de uma salada com queijo mozarella, tomate, manjericão e corjete.

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Sacramento

July 8th, 2009 by vitor

Sacramento, embora seja a cidade capital da Califórnia, nunca foi o destino de uma das nossa viagens, ao contrário de outras cidades como San Francisco, Los Angeles e San Diego. Talvez por ser a capital, as pessoas tendem a não gostar da cidade e dizem sempre que não tem nada de interessante para se fazer ou ver :-)

Talvez influenciados por essas opiniões, ou simplesmente pelo facto de estar a 2 horas de viagem, nunca lá fomos de propósito. No entanto, tem sido um ponto de paragem no regresso a casa em algumas das nossas viagems. As 2 horas de distância a casa transformam-na no sitio ideal para esticar as pernas pela ultima vez, e petiscar qualquer coisa.

Das partes que temos visitado, o destaque vai para o Capitol e a parte antiga da cidade. O Capitol é o edificio do parlamento do estado da Califórnia. É lá que o Schwarzeneger e os amigos se reunem todos os dias para trabalhar:

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A cidade antiga é composta por dois ou três quarteirões em que os edificios tem todos cerca de 200 anos de idade e assim tem sido conservados para atrair visitantes. Estão ocupados maioritariamente por restaurantes e lojas de recordações. A estação de comboio foi também mantida, e aos fins de semana tem um comboio a vapor que faz um trajecto panoramico ao longo do rio sacramento.

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Enquanto que das ultimas vezes que por lá passamos não havia nada de interessante a acontecer, desta vez não faltava gente para assistir ao festival de Jazz. Infelizmente, todos os concertos eram pagos, havendo mesmo vedações com toldos na rua para as pessoas não verem alguns dos palcos, embora fosse possivel ouvir a musica, ou mesmo várias delas, apenas a caminhar pela rua fora.

Depois de Sacramento, o destino foi casa, para o merecido descanso :-) Na vinda embora passamos ainda pela única ponte movel em Sacramento, que se eleva para os barcos passarem, por isso tivemos direito a ficar parados durante 10 minutos enquanto a ponte subiu e desceu :-)

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A nossa padeira chama-se Zojirushi

July 7th, 2009 by vitor

Quando os nossos amigos Adrian e Aarti casaram, um dos items na lista de prendas de casamento deles era uma máquina de fazer pão, que nós lhes oferecemos. Contudo, a ideia de fazer pão em casa não me convencia muito, e não liguei ao facto. Passadas algumas semanas, de visita a outros amigos nossos, eles também tinham lá em casa uma máquina de fazer pão e fizeram um pão enquanto lá estavamos. Também tivemos direito a trazer os restos para casa. No dia seguinte aquele pão (integral) soube tão bem tão bem, que decidimos também comprar uma máquina de fazer pão em casa.

Fomos ao site da Amazon (uma loja que vende coisas online) e vimos a lista de máquinas de pão mais vendidas e com melhores comentários dos compradores. Optamos por uma Sunbeam, que ao fim de quatro tentativas, cozeu quatro tijolos em vez de pão :-( Então depois compramos uma Oster, a mesma marca que os nossos amigos tinham. A coisa correu melhor, mas não muito. Conseguimos comer um dos pães, mas os outros ou não cresceram ou ficaram também duros como tijolos. Já a desesperar e a pensar que o problema era meu e não da máquina, devolvi as duas primeiras e comprei outra, da marca Cuisinart. O primeiro pão saiu fofinho, mas não muito saboroso. Mas era um começo. Contudo os resultados foram irregulares e pelo caminho lá vieram mais alguns tijolos ou pão cru. Finalmente decidimos comprar a mesma que demos aos nossos amigos. A única razão pela qual ainda não o tinhamos feito é porque a máquina é bastante cara (mais do dobro das outras que experimentamos) e só faz pães pequenos, de meio quilo, enquanto que as outras faziam pães até um kilo de peso. No entanto meio quilo dá um pão que dura para 2 ou 3 refeições para nós os dois, por isso até é melhor pois temos sempre pão fresco.

E prontos, agora também cozinhamos pão em casa, usando uma máquina da marca Zojirushi, que ocupa pouco espaço no balcão da cozinha e tem um aspecto não muito elegante:

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Até agora tem corrido bem. Já fizemos dois pães integrais, um francês (tipo o nosso pão normal) e um pão "café com amêndoas" que embora não pareça muito bom ao inicio, é deveras viciante:

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De Eureka a Redding

July 6th, 2009 by paula

Saídos da pacata cidade de Eureka dirigimo-nos para norte. Próxima paragem: Crater Lake ou Lago da Cratera, localizado no estado de Oregon.

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A caminho de Crater Lake fomos passando por cidadezinhas pequenas até finalmente entrarmos no estado de Oregon. Por volta das 1:30-2:00 paramos na cidade de Grants Pass para um não demorado almoço. À primeira vista a cidadezinha parecia deserta, mas enquanto procuravamos um restaurante acabámos por decobrir o pessoal concentrado na margem de  um rio local em celebrações.

 Já com a pança cheia de pizza pusemos pés ao caminho e conduzimos até Crater Lake. O lago era lindo e a cor da água um azul magnífico, com neve a complementar o cenário. Aqui fica uma foto desta maravilha da Natureza.

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A nossa viagem continuou por mais umas cidadezinhas e finalmente reentramos o estado da California. Conduzindo em direcção ao sul passamos mesmo ao lado do impugnante Mount Shasta, na foto, que ainda nao tivemos oportunidade de visitar, e continuamos ate à cidade de Redding.

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Esta cidade já nos era território familiar uma vez que num passeio realizado no ano passado, pernoitamos aí. Esta é uma cidadezinha pequena mas muito jovem e com aspecto fresco. A actracção local é uma ponte pedestre que voltamos a atravessar, a ponte Sundial, semelhante a uma contruída em Sevilha.

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Na manhã do feriado (segunda-feira, dia 25 de Maio), depois de uma boa noite de sono, fomos tomar o pequeno-almoço ao ihop, um restaurante de panquecas, omeletes e tudo o que é tipico num pequeno-almoço americano. Para ajudar à digestão fomos prestar uma última visita à ponte Sundial e ao jardim vizinho.
Logo depois voltamos à estrada até à próxima paragem: cidade de Sacramento, capital do estado da California.

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A ponte e a cidade

July 6th, 2009 by vitor

Este fim de semana comemorou-se por estes lados o 4 de Julho, dia da Independencia dos Estados Unidos da América. Para variar, ficamos por casa e não fomos passear para longe. Como fomos acampar no fim de semana passado (o relato está para breve), não nos apetecia muito ir passear.

Contudo, na sexta-feira dei um saltinho até à cidade de Stinson Beach, uma praia pequena a norte de San Francisco, para ir fazer uma caminhada com o Cliff, colega de trabalho que mora em San Francisco. No regresso da caminhada, decidimos parar antes da ponte Golden Gate para apreciar a paisagem e tirar umas fotos.

the golden hill

golden gate

Um dia destes coloco fotos da caminhada, pois as vistas eram muito bonitas, tirando a parte de não conseguirmos ver San Francisco por causa do nevoeiro :-(

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Parque Nacional das Árvores Redwood

July 5th, 2009 by vitor

Depois de Eureka, o destino era norte. A primeira paragem seria o parque nacional das árvores redwood e mais tarde andariamos ainda pelo estado de Oregon. Como já deu para perceber, nesta viagem estamos sempre a falar das Redwoods. Estas árvores são muito comuns na California, especialmente na costa norte. Embora tivessemos passado por vários parques naturais do estado ao longo da viagem, desta vez a visita seria a uma parque nacional. Geralmente os parques nacionais são maiores e tem paisagens mais impressionantes. Neste caso, a paisagem era mais ou menos a mesma dos anteriores, mas mesmo assim tinha uma surpresa para nós: Elks! Um Elk é uma espécie de veado. A sua particularidade é que tanto as fêmeas como os machos possuem chifres, enquanto que nas outras espécies, apenas os machos costumam possuir chifres.

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Os Elks existentes neste parque são os Roosevelt Elks. Não sei se receberem o nome do presidente Roosevelt, mas como este parque é o único sitio nos Estados Unidos que eles existem, existem mesmo excursões para ver os Elk. Desde que entramos o parque que vimos vários sinais a avisar sobre a existência de Elks e para ter cuidado pois eles podem atravessar a estrada. Considerando que os maiores são do tamanho de vacas, é preciso ter cuidado. Os avisos e a curiosidade fizeram-me conduzir como um reformado num Domingo à tarde. Devagar, devagarinho…. mas valeu a pena! Cedo vimos um grupo deles a pastar perto da estrada. Geralmente não nos devemos aproximar deles, pois eles podem atacar, mas no nosso caso, existia um riacho entre a estrada e o campo onde eles estavam, por isso ficamos na beira da estrada a olhar para eles com a boca aberta :-)

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Quando decidimos seguir viagem, continuamos atentos, e vimos mais alguns a par da estrada, até que chegamos a um local onde eles tem Elks mais ou menos domesticados e sempre no mesmo sitio, para as pessoas verem. Eles não estão presos, mas como estão habituados a pessoas, não ligam muito. Contudo, estes devem ser mais novos ainda e não tem chifres tão grandes como os que tinhamos visto.

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Depois dos Elks, vimos um sinal que dava para a praia e decidimos ir dar uma espreitadela. Como o sinal não tinha a distância até à praia, pensamos que devia ser perto. 40 minutos depois, após vários kilometros por uma estrada em terra batida pelo meio de uma floresta húmida com algumas partes bastante ingremes, lá chegamos nós à praia, onde era preciso pagar 5 dólares para entrar :-O Como nós não queriamos lá passar o dia, lá convencemos a porteira a deixar-nos dar uma vista de olhos sem pagar. Ela deu-nos um passe grátis válido por 20 minutos, mas não deu para ver muito.

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De volta à estrada principal, a estrada continuava a ofecer umas belas vistas, com árvores de ambos os lados e alguns veados de vez em quando. Depois de terminada a rota pelo parque, voltamos a apanhar a auto-estrada 101 que, nesta parte do percurso, vai mesmo junto à agua. Para quem não sabe, na costa norte da california está sempre nevoeiro, e por isso as nossas próximas horas de viagem foram isso mesmo: nevoeiro. Proporcionou algumas vistas lindas, mas um céu azul também devia ser bonito e menos frio :-)

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Quando nos começamos a distanciar da costa, o nevoeiro desapareceu, dando lugar a um sol forte, fazendo com que no espaço de umas horas tenhamos mudado de aquecimento para ar condicionado no carro, tal foi a diferença de temperaturas. Mas não foi tudo… da parte da tarde apanhamos um pouqinho de chuva e depois… neve! Isso mesmo, começou a nevar durante a nossa viagem, mas isso fica para um próximo episódio, quando relatarmos esse percurso.

A viagem para Oregon foi sempre a par de um rio, outra vez. As estradas por aqueles lados, embora bonitas, tendem a repetir um pouco a paisagem. Ou é uma estrada entermeada pelo meio de árvores gigantes, ou é uma estrada na encosta de um monte que vai sempre a par de um rio com uma água convidativa a uns mergulhos:

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