…a dois!

quem te atura vai para o céu!

Grelhadeiro

April 30th, 2008 by vitor

Chegou o calor e com ele vieram as bejecas no frigorifico e o grelhador na varanda. Estávamos indecisos entre um grelhador a gás ou a carvão. Escolhemos a carvão porque era mais barato, mas acho que no longo termo vamos gastar mais dinheiro em carvão do que gastariamos em gás :-)

Já foi usado duas vezes, com bastante sucesso. Em cada dia, dois nacos de carne enormes complementados com umas costelas e bifes. Na próxima utilização, vai ser peixe ou frango, para não ser sempre bife!
 

Com esta nova adição para a nossa varanda, o espaço começa a ser pouco, pois tem a companhia das bicicletas, a parabólica e o jardim, mas concretamente, dois vasos: um com salsa e outro com nada (o rosmarinho esqueceu-se de nascer)! 

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Muir Woods

April 28th, 2008 by vitor

Para variar, no último sábado faltamos ao Ténis e ao Futebol, e fomos caminhar. O local escolhido foi Muir Woods, um parque a norte de San Francisco com bastantes árvores redwoods, as árvores mais altas do mundo. Os aventureiros foram 3: nós os dois mais o Jason, um chinês nosso amigo que também trabalha na IBM.

flor_muir_woods.JPGSaímos de casa pelas 8h da manhã, parámos numa loja de sandes para comprar o almoço, atravessamos San Francisco e lá pelas 10h30 estávamos no parque. Demorou cerca de meia hora a encontrar estacionamento e arranjar um mapa dos trilhos, mas às 11h estavamos a arrancar. O trilho comecou no vale, sempre a par de um riacho e pelo meio das Redwoods. Quando chegamos ao fim do trilho mais fácil, decidimos experimentar algo mais dificil e escolhemos um trilho que subia até ao topo do monte. A súbida foi longa, mas a recompensa foi boa: do topo do monte dava para ver San Francisco ao longe e a baía. Eram cerca de 7 kilómetros de distancia, por isso dava para identificar os edificios mais conhecidos.

Lá pelas 2h estava terminada a caminhada e decidimos ir dar uma volta de carro pela área. Encontramos uma praia no meio do nada, mas estava completamente cheia. Nao percebi de onde veio tanta gente, pois a estrada para lá chegar era bastante chata: curva e contra curva, tipo as estradas portuguesas do interior.

flor_muir_woods.JPGContinuamos a nossa viagem até outro parque, o Point Reyes, que tem um farol muito bonito, mas já estava fechado quando lá chegamos. Decidimos então vir embora, ainda a tempo de usar o nosso novo grelhador para assar uns bons bifes e reestabelecer as nossas energias, até porque no Domingo, como já vem sendo hábito, a nossa rotina começa às 8h da manhã no campo de ténis :-)

Para o jantar, também se juntou um casal amigo, alemães e ambos trabalham na IBM: o Matthias e a Daniela.

Aqui fica uma foto de uma flor encontrada ao longo do trilho. Foram várias a flores, muitas mais do que animais selvagens, que se resumiram a muitos lagartos/sardões e duas águias.

flor_muir_woods.JPG

E aqui fica uma foto dos três da vigairada:

muir_woods_tres.JPG

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Nova Iorque e arredores

April 8th, 2008 by vitor

Depois de ter visitado a Carolina, foi a vez devisitar a "cidade que nunca dorme", Nova Iorque. A realidade é que eu passei apenas algumas horas na cidade, mas o seu a seu tempo. A viagem teve várias aventuras, por isso vamos por partes.

A razão principal para esta viagem era um dia de formação sobre o nosso producto que iamos dar a um cliente. Acontece que o individuo com quem eu ia partilhar a tarefa não gosta muito de colaborações e, como eu já estava à espera, não me enviou a última versão das apresentações para eu rever, nem a lista das apresentações que cada um de nós iria fazer. Deste modo, quando acordei na segunda feira de manhã cedo (muito cedo mesmo) e não tinha nenhum email dele, fiquei a pensar se valeria a pena ir lã ou não, pois era mais uma viagem de uma costa à outra, sem muito para fazer. Antes de sair para o aeroporto, por volta das 7h30, encontrei o meu manager na net e enquanto ele tomava o seu pequeno almoço, discutimos se eu devia ir ou não. A decisão final foi que eu devia ir, como já tinhamos pago o bilhete de avião e hotel.

Lá vou eu para o aeroporto, sem muita vontade. Eu tinha um voo de San Jose para Los Angeles e depois um voo de Los Angeles para Nova Iorque. O unico problema, é que só tinha 35 minutos para mudar de um avião para o outro em Los Angeles. E tendo em conta que eram em terminais diferentes, não é muito tempo.

Chego ao aeroporto, faço o checkin no quiosque automático e quando pego nos bilhetes, reparo que o voo de San Jose para Los Angeles está atrasado e só sai de San Jose às 10h, em vez das 9h15 previstas. Ora isto são 45 minutos de diferença… lá se vão os 35 minutos que eu tinha para conexão. Fui falar com o pessoal da American Airlines (a companhia aéra) e disseram-me que o vôo em Los Angeles também estava atrasado uns minutos, mas que se não o apanhasse, havia outro voo uma hora mais tarde que eu podia apanhar. Como eu ainda tinha de conduzir 3 horas depois de chegar a Nova Iorque, não fiquei muito contente com a alternativa de chegar umas horas atrasado.

 Lá esperei até às 10h, maso avião ainda não tinha chegado. Chegou lá para as 10h15 e em cerca de 10-minutos, siu todo o pessoal e entramos nós. Era um avião pequeno, com apenas 45 lugares, por isso foi sempre a aviar. Lá fomos para Los Angeles, num voo de cerca de 50 minutos. Com tempos de descolagem e aterragem, quando chegamos a Los Angeles a assistente de bordo diz o seguinte: "Bom dia, acabamos de aterrar em Los Angeles e são 11h18min. O voo A40 para Nova Iorque partiu às 11h15". Imaginem quem era suposto estar no voo A40… sim, eu mesmo. Lá saí do avião lixado da vida, com mais outro tipo que era suposto ir no mesmo voo que eu. Apanhamos um autocarro de um terminal para outro, de onde estavam a sair os voos de longa distância. Quando chego ao segundo terminal, olhei para o ecrã e dizia lá que o voo A40 estava na fase final de preparação para descolagem. O outro individuo disse que aquilo devia estar desactualizado, enquanto que eu decidi começar a correr pelas escadas acima em direção à porta de embarque. Quando cheguei lá, estavam já mesmo a fechar a porta, e eu mandei um berro "Wait for me!!!!" e eles lá esperaram. Entrei para o avião e estava à pinha, completamente esgotado, com toda a gente já sentada e preparada para descolar. Lá fui à procura do meu lugar, na última fila, enquanto um individuo ainda andava à procura de lugar para por a mala dele. Eu sento-me, e passado uns segundos aparece o tal individuo a dizer que aquele lugar era dele e a mostrar-me o bilhete. Eu lá lhe mostrei o meu bilhete e chegamos à conclusão que ambos tinhamos um bilhete para o mesmo lugar. Como eu já estava sentado, ele é que teve que se desenrascar e foi chamar as assistentes de bordo. Chega uma que me pergunta o meu último nome e diz: "Ah, então é você que tem de sair!", ao que eu respondi: "O quê?!?! Eu fiz o checkin há mais de 3 horas! Eu tenho a certeza que muita gente neste avião fez o checkin depois de mim, por isso esses é que tem de sair e não eu!". Elas lá foram telefonar para alguém e dali a uns minutos o tal individuo estava  a sair do avião. Acontece que o outro tipo que vinha comigo no voo de San Jose não correu e não chegou a tempo de embarcar neste voo, por isso havia um lugar livre. Dali a uns minutos, o tipo que foi expulso por minha causa voltou a entrar no avião e a sentar-se noutro lugar. Grande confusão, e eram ainda 11h da manhã!

5 horas depois, estavamos a aterrar em Nova Iorque. O voo até foi tranquilo, mas o céu estava nubelado, por isso a vista não foi grande coisa. Aterramos e eu fiquei a pensar: "Hmm… se eu demorei 10 minutos de um avião ao outro em Los Angeles, é muito muito provável que a minha mala ficou pelo caminho e não veio!". Ainda bem que estava totalmente enganado! A minha mala foi a primeira a sair, pois devia ter sido a última a entrar no avião :-)

Pego na mala, apanho o transporte do aeroporto para a Hertz, a loja de alugar carros, onde o carro estava à minha espera, com a chave na ignição. Uma das vantagens de trabalhar na IBM é que somos membros dourados da Hertz, por isso o nosso carro está sempre pronto antes de chegarmos, e tem um ecrã na entrada que nos diz onde está o carro. Não precisamos de falar com ninguém nem esperar em nenhuma fila. Vamos em direcção ao carro, arrancamos e só precisamos de mostrar identificação ao segurança na saida.

Eram prai 8h30 e tinha cerca de 3 horas de viagem pela frente, em direção a Scranton, na Pensilvania. (Para os espectadores da série de televisão "The Office", a história passa-se em Scranton :-) ). Os limites de velocidade em Nova Iorque e Nova Jersey são bastante baixos – 50 milhas/hora -  e tendo em conta que alguém levou uma multa há 2 semanas atrás, achei por bem não acelarar, embora fosse o único. Até os camiões davam gas e passavam por mim com uma velocidade…

Cerca das 9h30, comecei a ficar com fome. A única coisa que tinha comido nas últimas 12 horas foi meia sande de fiambre. Parei para jantar ainda no estado de Nova Jersey, não sem antes andar perdido durante cerca de 20 minutos. Lembrei-me de apanhar uma saida da autoestrada para ver se havia algum restaurante, mas não havia e então como já estava muito longe da auto-estrada, o GPS mandou-me pelo meio do monte prai 15 minutos. Quando apanhei a auto-estrada, vi um sinal do McDonalds na saida seguinte e aproveitei logo, para não andar perdido outra vez e porque os restaurantes fecham todos às 21h, por isso o McDonalds devia ser a única coisa aberta. Por acaso, perto do McDonalds tinha um Applebees, que é um restaurante e bar de desporto, por isso está aberto até às 23h. Pedi um bife, comi tudo à pressa porque estava cheio de fome e tinha muito caminho pela frente e voltei à estrada. Eram cerca de 22h quando recomecei. Mais umas horas numa auto-estrada escura e à chuva, em que aparte de uns camiões aqui e ali, eu era o unico viajante. Por volta das 00h30, lá cheguei ao Hotel Hilton em Scranton. Parei o carro fora da porta e fui perguntar onde era o estacionamento. Quando chego cá fora, estavam 3 carrinhas estacionadas à volta do meu carro (eu deixei-o mesmo parado no meio da rua, não pensei que houvesse muito trânsito aquela hora.) e bastantes tipos armados a sair das carrinhas. Fiquei meio boquiaberto a olhar para eles, mas como nenhum me apontou a pistola, decidi meter-me no carro e ir estaciona-lo numa garagem  ali perto. Quando cheguei de volta ao hotel, os policias estavam todos à minha frente para fazerem o registo e foi quando li o que dizia nos uniformes: "Servicos Secretos de Uniforme". Isso mesmo, aqueles cromos cheios de pistolas eram dos servicos secretos americanos. A senhora do hotel, já devia estar tão cheia de sono que me pôs no mesmo piso deles, porque "pensou que eu estava com eles". Pois… decerto pensou que eles estavam lá para me proteger a mim :-D Na realidade, estavam lá porque no dia seguinte a Clinton e o Obama passaram pela cidade. Bem, isto foi a minha segunda-feira.

Terça-feira: saio do hotel e ligo o GPS para me levar para a empresa onde iamos apresentar. O GPS não estava muito correcto e passei a empresa sem dar por ela. Quando o GPS me disse que cheguei ao meu destino, estava no meio dos campos… Virei para trás e a empresa era cerca de um kilómetro antes. Como tinha tentado chegar 30 minutos antes de começarmos, o atraso não teve perigo e ainda cheguei 5 minutos antes das 8h30. Lá começamos a sessão, mas em vez dos mais de 20 participantes previstos, tivemos menos de 10. O outro tipo da IBM falou durante o dia todo, e eu fiquei a ouvir e a tirar algumas notas. O almoço, para não variar foi uma sande. Por volta das 3h, e como a discussão já estava pouco interessante, decidi fazer-me à estrada, pois tinha mais 3 horas de viagem pela frente, para ir ter a White Plains, no estado de Nova Iorque. A IBM tem um laboratório lá e eu ia passar lá um dia a trabalhar com a minha ex-colega Susan Malaika e a dar uma palestra no laboratório. Digamos que às 3h-4h da tarde não havia muita gente da auto-estrada e a condução foi uma seca durante as duas primeiras horas. Quanto mais perto de Nova Iorque cheguei, mais trànsito apanhei e perdi o sono. Cheguei a White Plains lá pelas 6h30, e deu tempo para lavar a cara algumas vezes e descansar um bocado. Fui jantar com a Susan e dois estagiários que trabalham para ela. Fomos a um restaurante italiano, num edifício que antigamente era… um banco! Imaginem lá em que parte do banco jantamos! No cofre!!!! Isso mesmo, eu jantei dentro de um cofre!!! E a porta era bastante grossa, por isso cheguei a ter algum receio que o empregado nos ia fechar lá dentro. Era o primeiro dia dele e nós estavmos a fazer algumas perguntas dificeis sobre os pratos só para o pôr mais nervoso. Sorte a nossa, ele não tinha a chave do cofre por isso não nos fechou lá dentro. Conversa puxa conversa, fui dormir perto das 12h, o que não foi muito cedo, pois na noite anterior tinha dormido apenas 5 horas.

Quarta-feira: foi um dia sossegado. Fui para a IBM, trabalhei de manhã, dei a palestra na parte da tarde e tive algumas reuniões. Ao fim do dia, decidi ir com os dois estagiários até à cidade, pois parecia mal vir a Nova Iorque e não visitar a cidade. Fomos até um bar beber umas bejecas e comer uns petiscos. Eu nunca percebi nada de cerveja… nem sequer sabia as diferenças entre elas, mas devido às más influências ganhadas por estes lados, já sei que a Sam Adams e a Pilsner (da Republica Checa) são boas cervejas e que a Leffe Blonde (da Bélgica) é uma valente porcaria. Também, asas de galinha grelhada mergulhadas em piri-piri não são a coisa mais agradável do mundo.

Quinta-feira: mais um dia com muitos minutos… Acordar cedo, guiar 2 horas de White Plains até Nova Jersey, esperar 30 minutos para não chegar muito cedo à reunião com o cliente. Comer mais uma sande antes da apresentação, e falar sem parar do meio-dia à 1h30. Por acaso a sala estava cheia e o pessoal esteve bastante interactivo durante a minha apresentação. Com alguma sorte, devo lá voltar daqui a algum tempo para uma coisa mais prolongada. Acabo a apresentação, arrumar as coisas, enfiar-me no carro e conduzir para o aeroporto. A viagem demorou mais de 1 hora… entregar o carro, apanhar o transporte para o terminal, fazer checkin. Faltava 1 hora para o voo, eram 16h30 e eu não ia ter acesso a comida durante as próximas 7 horas, por isso, estava na altura de atestar o estômago. As opções eram pizza e McDonalds, por isso, foram dois hamburgers BigMac, e foram tão depressa que nem parecia que eram 2. Esperar 40 minutos pelo voo, enquanto via pela internet os ultimos minutos do Sporting-Rangers para a Taça Uefa. Apanhar o avião… 7 horas até San Francisco e esperar que a mais que tudo me venha buscar.. Por volta das 22h30m, estava em casa…

Uma semana bastante longa… agora estou a precisar de algumas semanas a trabalhar no ritmo normal para descansar a mente e o corpo… :-)  

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A Carolina… do Norte

April 7th, 2008 by vitor

As últimas semanas de trabalho tem sido… interessantes… porque não tenho passado quase nenhum tempo no meu local habitual de trabalho.

Há 3 semanas atrás, passei 3 dias numa conferência aqui perto de San Jose. Na semana seguinte, outros 3 dias noutra conferencia exactamente no mesmo sitio. E depois de duas semanas a faltar ao trabalho para ir a conferências, mandram-me ir visitar a Carolina, aquela que mora no norte. Isso mesmo, fui à cidade de Raleigh, no estado da Carolina do Norte. A IBM tem um dos seus maiores e mais antigos laboratórios em Raleigh, do tempo em que os computadores eram do tamanho de uma casa. Aquilo é tão grande, que actualmente está quase às moscas, pois os computadores tornaram-se bastante mais pequenos e a maioria das pessoas trabalha de casa.

Eu fui lá fazer uma apresentação para clientes. A parte mais estúpida da viagem é que eu passei dois dias em aviões para fazer uma apresentação de 2 horas :-( Isso mesmo, passei segunda feira à tarde a voar, e cheguei ao hotel jã depois da meia noite. No dia seguinte fui para a IBM, fiz algum trabalho e de tarde fiz a apresentação. No terceiro dia, acordei e fui para o aeroporto depois de almoço para apanhar o voo de regresso. Devo dizer que ao fim do terceiro dia, jã nem sentia uma certa parte do corpo com duas nádegas, de tanto tempo que passei sentado.
 

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Ano novo Persa

April 6th, 2008 by vitor

Os Persas, ou Iranianos, pois é mais ou menos a mesma coisa, estão nestes dias a festajar o seu ano novo! As festividades começaram ha duas semanas e acabaram este fim de semana. Como vimos um anuncio a dizer que ia haver um festival Persa com entrada grátis, musica e comida, decidimos aparecer por lá. Embora a comida não fosse grátis (antes pelo contrário, era um pouco cara), era muito boa. O kabob (uma carne grelhada que parece carne picada, mas em forma de salsicha em vez de ser redonda tipo hamburguer) estava delicioso e a galinha grelhada também não estava nada má. A carne era acompanhada com pão Lavish (uma crosta de pão muito fininha) e folhas de menta. Interessante como a carne grelhada com folhas de menta é uma coisa deliciosa.

Depois de fazer a vontade ao estomago, fomos para perto do palco, onde actuaram alguns grupos de música tradicional persa. Deu ainda para ouvir o hino nacional do Irão, que mais parece uma música militar do que um hino nacional!

Quando estavamos quase para vir embora, ainda encontramos um amigo nosso chileno, que andava por lá a fazer o mesmo que nós: passar o tempo :-)

 

Já agora, as licões de ténis da dona continuam a todo o gás, quatro vezes por semana. Eu é que estou cada vez pior, e não tenho muitas dúvidas que daqui a pouco ela me vai dar porrada também no ténis :-(  

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